Quadros maternidade artesanais. Pérola por pérola, à mão, em São Paulo. Sete dias por peça. A primeira coisa que ele vai ver crescendo.
A primeira coisa que se pendura.
A primeira que vai continuar ali depois que ele crescer.
Pra que o primeiro abraço
não vire só lembrança.
Uma moldura leva mais de mil pérolas. Cada uma é colada à mão, uma a uma, em paralelo à borda — com cola de fixação extra forte, pra não soltar com o tempo.
Não é máquina. Não é terceirização. É a Cilene, na mesa do atelier, fazendo do começo ao fim.
A base é de MDF. Primeiro um selante, pra proteger a madeira. Depois vêm as camadas de tinta — a pincel e rolinho, lixadas uma a uma, até a superfície ficar lisa ao toque.
O sapatinho e os apliques são moldados em resina e pintados à mão, um a um. É o que dá o brilho e o ar de glamour da peça.
Embalado em papel de seda, fita de cetim, caixa rígida. Chega em casa como deveria chegar — íntegro, com o cuidado que levou pra ser feito.
A gente faz para a menina diferente da do menino. O fundo, o nome, os ornamentos — você escolhe junto comigo no WhatsApp.
Me manda mensagem com o nome do bebê, data prevista, e a vibe que você quer. Eu volto com uma proposta de fundo, ornamentos e cor.
Antes de começar a colar pérola, você recebe foto do tecido escolhido, do sapatinho e da letra do nome. Só começa quando tá certo.
Embalado em papel de seda, fita de cetim e caixa rígida. Sai do atelier quando tá pronto. Frete pro Brasil todo.
Personalização feita junto com você no WhatsApp: nome, fundo, ornamentos, cor.
Há anos faz quadros maternidade — começou pra netos de amigas, depois pra família, depois pra família dos colegas.
Cada peça é dela do começo ao fim. Sem máquina, sem terceirização. A pérola que tá no quadro foi colada pela mão dela.
Hoje, com a Primeira Memória, abre encomendas pro Brasil todo.
A Cilene está abrindo agenda. Me chama no WhatsApp e a gente conversa devagar sobre o quadro do seu bebê.